Lumife @ 13:35

Sex, 11/03/05

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Aspectos Geográficos


O concelho de Vidigueira, do distrito de Beja, ocupa uma área de 315,8 km2 e abrange quatro freguesias: Pedrógão; Selmes; Vidigueira e Vila de Frades.

O concelho encontra-se limitado a norte pelo concelho de Portel, no distrito de Évora, a este por Moura, a sul por Beja e Serpa e a oeste por Cuba.

Este concelho apresentava, em 2001, um total de 6188 habitantes.

Possui um clima mediterrânico, com um período seco de 80 a 100 dias, durante o Verão, em que a temperatura média varia entre os 28 °C e os 30 °C. No Inverno, as temperaturas são relativamente baixas.

A sua morfologia é marcada pela serra de Santo António, com 318 m, e de Mendro, com 412 m de altitude.

Dos recursos hídricos referência para o rio Guadiana, a ribeira de Selminhos, a ribeira de Marmelar e a ribeira do Freixo.


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História e Monumentos


O povoamento deste concelho pode ser considerado pré-histórico, a julgar pelas descobertas arqueológicas feitas no último século.


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Terá existido uma villa romana de S. Cucufate, em Vila de Frades, e outra na freguesia de Selmes, denominada de villa romana do Monte da Cegonha.

Entre 1304 e 1315, Vidigueira terá pertencido ao rei D. Dinis e, em 1385, D. João I doou estas terras a D. Nuno Álvares Pereira.

A vila estaria na posse da Casa de Bragança quando D. Manuel lhe concedeu foral, em 1512.

A 29 de Dezembro de 1519, D. Manuel concedeu a D. Vasco da Gama, almirante da Índia, o título de conde da Vidigueira.

Já desde o século XV que os comerciantes bretões carregavam os seus galeões com os vinhos da Vidigueira e no século XIX Vidigueira já fazia parte da 7.a Região Vinícola do país.

A nível do património arquitectónico, destacam-se o Convento de São Cucufate (ruínas), do século I, perto da Vidigueira, podendo-se ainda visitar a villa romana de São Cucufate. A villa foi alterada na primeira metade do século II e destruída no século IV, dando lugar ao edifício que vemos actualmente e que serviu de convento durante a Idade Média. Também é conhecido por Convento de São Cucufate ou Ruínas de Santiago.


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Destaca-se ainda a Torre do Relógio, com realce para o sino que data de 1520, mandado fazer por Vasco da Gama, primeiro conde da Vidigueira.

Do período megalítico, subsistem a anta da Vinha e a anta do Alto da Mangancha, que se encontram bastante deterioradas, conservando alguns esteios, e o menir de Mac. Abraão, localizado na Vila de Frades e em bom estado de conservação.


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Tradições, Lendas e Curiosidades


As manifestações populares e culturais abundam no concelho, sendo de destacar a festa de Santa Catarina, realizada no segundo fim-de-semana de Agosto, a festa de Nossa Senhora das Relíquias, que decorre no primeiro fim-de-semana de Setembro, as feiras anuais, no segundo sábado de Julho e no segundo sábado de Janeiro, e o mercado mensal, que tem lugar no segundo sábado de cada mês.


No artesanato merecem referência os trabalhos em madeira, as cadeiras empalhadas, as rendas e os bordados, os bonecos de barro e os bonecos de trapos.


Como personalidades naturais do concelho pode-se referir Fialho de Almeida, que foi um escritor português do século XIX, autor de Os Gatos, sendo ainda hoje recordado no campo das letras, e o ilustre navegador Vasco da Gama, almirante da Índia e conde da Vidigueira.


Como instalação cultural, destaque para o Teatro Gama Herculano.



Economia


No concelho, predominam as actividades ligadas ao sector primário, seguidas do secundário e terciário, não registando o secundário uma importância muito significativa.
A importância da agricultura é confirmada pela percentagem de território concelhio dedicada à prática desta actividade, cerca de 69%, destacando-se os cultivos de cereais para grão, prados temporários e culturas forrageiras, culturas industriais, pousio, olival, prados e pastagens permanentes.

A pecuária mantém alguma importância, nomeadamente na criação de ovinos, caprinos e bovinos.

Cerca de 2195 ha do seu território correspondem a área coberta de floresta.



Anónimo @ 01:50

Sab, 02/04/05

 

Vidigueira émuito mais do que o vinho , o pão ou as laranjas.
É a infância vivida na pureza das gentes, dos seus usos e costumes.
É a padaria da Anica, as favas fritas do Roberto, as corridas de triciclo na rua da Eiras, que para não variar, sempre terminavam com um par de joelhos deitados a baixo e o respectivo curativo no compadre Piteira. É também o Manuel João da Ana a Gata e os Vindimadores da Vidigueira, cantando pelas ruas da vila. É a festa da Ascenção e muito, muito mais, mas é sobretudo os meus avós, os meus tios e primos. É principalmente os meus Pais. É A TERRA ONDE SE EU PUDESSE ESCOLHER TERIA NASCIDO.Fernanda
</a>
(mailto:mariafernandamante@hotmail.com)

Anónimo @ 12:49

Seg, 14/03/05

 

Olá amigo Lumife. Que bonita imagem de Vidigeuira. Adorei ler e ficar a saber tantas coisas sobre uma terra de bom vinho e não só.grilinha
(http://grilinha.blogs.sapo.pt)
(mailto:grila@netcabo.pt)

Anónimo @ 10:31

Seg, 14/03/05

 

E nem uma refer~encia ao vinho da zona? :-)Carlos Tavares
(http://o-microbio.blogspot.com)
(mailto:carlos.roquegest@mail.telepac.pt)

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