Lumife @ 23:53

Dom, 12/12/04

traje.jpg



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O Traje


O traje é uma componente das mais caracterizantes dos grupos corais do Cante Alentejano.



Tradicionalmente o comércio de roupas era feito, nas aldeias e montes, por comerciantes ambulantes - os almocreves. Viajando com as suas carroças de monte em monte, forçoso era que a variedade não fosse muita!



Os tecidos restringiam-se assim ao cotim, à ganga, ao riscado ou à chita. São estes tecidos que vamos encontrar no vestir tradicional dos camponeses pobres.



As classes ricas e "remediadas", habitando tradicionalmente "na vila" e dispondo de um maior poder de compra, podiam dar-se ao luxo de vestir "roupa fina", nomeadamente nas alturas de festa.



Os grupos corais mais empenhados na questão etnográfica do traje, apresentam então nas suas actuações, um conjunto de fatos que representam as várias classes e profissões: o Lavrador, o Feitor, O Ganhão, o Pastor, o Ceifeiro, o Almocreve, etc.



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Os Grupos


O elevado número de grupos, bem como a sua dispersão geográfica tornam complicada a criação de uma listagem completa e isenta de erros.



Procurou-se na medida do possível incluir todos os grupos existentes, dentro e fora do Alentejo. Para facilidade de consulta dividiu-se os grupos por quatro localizações geográficas:



distrito de Beja


distrito de Évora


distrito de Setúbal ( concelhos do Litoral Alentejano )


fora do Alentejo ( principalmente na área da Grande Lisboa )


Um agradecimento especial à Casa do Alentejo em Lisboa pela inestimável colaboração prestada.



-Continua-

(Alentejo digital.pt)











Anónimo @ 22:34

Ter, 14/12/04

 

Um povo tão ironizado e por vezes tão esquecido pelo nosso governo! O Alentejo é lindo e tem uma cultura lindíssima! Mandei-te um mail espero que tenhas recebido! BeijoMónica
(http://mco.blogs.sapo.pt)
(mailto:monicacarvalho1@sapo.pt)

Anónimo @ 09:55

Seg, 13/12/04

 

De influência árabes ou gregorianas, certo é ser o Cante, nas palavras do Padre António Mourão "a perfeita imagem do povo Alentejano, no seu quotidiano, durante séculos, e que se mantém viva, em toda a sua beleza sentimental e nostálgica, que embalou a sua gente, a fez trabalhar, cantar, chora, sofrer, rezar e morrer, numa epopeia bem digna da pena de um povo, ainda que rústico, épico..."Carlos Tavares
(http://o-microbio.blogspot.com)
(mailto:carlos.roquegest@mail.telepac.pt)

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